terça-feira, 22 de março de 2011
Mensagem de conforto de Deus, aos japoneses e parentes (Habacuque 3)
Japão (copiado do site da Igreja Batista da Lagoinha)
Japão: Sinais da evidente volta de Jesus e a expectativa da Igreja
No relato da missionária Carla Barros, que tem doado sua vida ao ministério no país, compreenda a realidade espiritual do Japão que carece das nossas orações.
“Por esses dias o Senhor deu-me um sonho, nele eu ouvia alguém me ordenando: ‘Olha’. me abaixei para olhar, e vi algo lindo, com cores diferentes, era como águas em movimento, ondas grandes, que de repente se levantavam, então me assustei e afastei por temer a grandiosidade do que estava vendo. Logo depois o Senhor ministrou ao meu coração dizendo: ‘Eu estou agindo’. O Senhor tem operado maravilhas em toda a terra e ainda que há olhos físicos não vejamos coisas impactantes acontecendo ao nosso redor, principalmente aqui no Japão, isso não significa que o Senhor não esteja atuando. Ele continua salvando, libertando e curando vidas todos os dias, em todo o mundo, pois o seu poder não está limitado, e as suas misericórdias duram para sempre. Quando acordei, senti muita alegria, pois muitas vezes estive triste por não ver pessoas recebendo a Jesus, por ver tanta indiferença ao Senhor, pessoas que não têm a mínima ideia de quem seja Jesus, que não sabem a diferença entre a mão direita ou esquerda, que estão sedentos, completamente perdidos. Mas louvado e engrandecido seja o nome do Senhor que tem ouvido o clamor da sua Igreja e atentado para a necessidade do povo japonês, assim como de todos os estrangeiros que aqui habitam.
Não pude dar notícias antes porque estou sem internet e telefone residencial, espero que após o conserto possa me comunicar novamente com os irmãos. Graças a Deus estou bem, a cidade onde moro fica distante do lugar onde aconteceu o terremoto mais forte, nove graus de magnitude, porém pudemos sentir o tremor também aqui, em uma escala menor, três graus. Na cidade onde moro não sofremos com a destruição nem com incêndios ou com o tsunami, sentimos apenas o terremoto. Louvado seja o nome do Senhor que tem nos protegido e guardado.
Estamos vivendo dias difíceis aqui. Tem sido noticiado em todo o mundo o terremoto que causou o tsunami de tão grande magnitude. Como vocês têm acompanhado pela mídia, várias cidades foram destruídas não completamente, mas ficaram em total calamidade. Além do tsunami e do grande terremoto, durante um mês, a expectativa é de que aconteçam novos tremores em menor escala, habitual na região e nas proximidades do epicentro do ocorrido no dia 11/3. Devido ao terremoto, está ocorrendo um vazamento nuclear; e tudo indica que o lugar onde está havendo esse vazamento, assim como toda a região no percurso de 50 km, será fechado, e somente o pessoal especializado e profissionais poderão entrar na área.
Outros problemas estão acontecendo e ainda se espera outros para acontecer. O Japão nunca contraiu dívida externa, ou seja, nunca esteve em débito com outro país, tinha apenas dívidas internas. Mas tudo indica que se o governo não encontrar outros meios, deverá contrair uma dívida externa, pois não tem dinheiro suficiente para cobrir todos os gastos, ajudar as pessoas que ficaram desabrigadas e reconstruir as cidades. Possíveis empréstimos internacionais trarão uma inflação ainda maior para o país que já estava vivendo uma fase economicamente complicada.
Muitas pessoas que estão desabrigadas terão que mudar para outras regiões, onde precisarão ter emprego para sobreviverem e recuperarem tudo o que tinham antes, isso significa que para os estrangeiros ficará ainda mais difícil conseguir um emprego, e os que estão empregados serão despedidos para que os japoneses possam garantir a sua sobrevivência.
Nessa semana, as grandes empresas automobilísticas do país optaram por duas semanas de paralisação, já que diante da situação se faz necessário planejar, pois muitas fábricas foram destruídas e tiveram grande prejuízo. Com certeza as seguradoras, tanto de carros como de casas e seguro de vida, receberam demandas maiores do que elas poderiam suportar de uma só vez. Outro problema está sendo o aumento dos valores dos alimentos, gasolina e tantos outros produtos e serviços essenciais para a vida cotidiana.
Estamos na primavera, porém o frio permanece entre três e dez graus, e em algumas regiões tem chovido e nevado, em especial onde ocorreu o terremoto. Algumas equipes de voluntários já foram mobilizadas, mas logo que forem liberadas, outras equipes se unirão para suprir as necessidades durante todo o tempo que for necessário. As igrejas também estarão contribuindo tanto financeiramente quanto servindo com voluntariado em várias áreas. No momento, as maiores necessidades são de alimentos, água, roupas e cobertores, as quais têm sido supridas pelo governo. Alguns lugares ainda estão sem eletricidade.
Louvemos ao Senhor, pois muitos foram os livramentos e proteção. Mesmo assim nosso pesar por mais de 6 mil mortes e 10 mil desaparecidos (segundo últimos balanços até o fechamento dessa edição). Roguemos para que as ricas misericórdias do Senhor alcance os desaparecidos e desabrigados e que toda essa situação faça com que se voltem para o Senhor Jesus.
Agradeço de todo o meu coração a vocês que têm intercedido e perseverado em oração a favor da minha vida, ministério e pela nação japonesa, clamado e crido comigo no grande mover de Deus a favor desse país tão amado pelo Senhor Jesus. Vamos avançar em fé, crendo que a boa obra que o Senhor começou nesse lugar irá completar para a glória do seu próprio nome. Muito obrigada por serem meus companheiros nessa jornada gloriosa, que é a proclamação do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Louvo ao Senhor pela vida de vocês, irmãos que se colocaram nas mãos do Pai para serem canais da sua bênção. Que Ele os recompense com bênçãos que não se pode contar, e segundo as necessidades de cada um, de forma específica, em nome de Jesus.
Bem, meus amados, isso é só um resumo dos últimos acontecimentos aqui no Japão. Peço aos amados que continuem intercedendo por esse país.
Motivos de oração:
- Pelos líderes e autoridades, para que lhes sejam dadas sabedoria para trazer soluções rápidas e seguras para todos o que aqui habitam.
- Pelos feridos e familiares das vítimas, que o Senhor Jesus os console com o seu amor.
- Para que a população não se desespere e entreguem suas vidas submetendo-se ao suicídio.
- Por todos aqueles que tiveram tantos prejuízos naturais.
- Por um poderoso avivamento no Japão.
- Para que Cristo se torne conhecido e vivido entre aqueles que não o aceitaram como Senhor de suas vidas, e pela expansão do reino de Deus.
- Pelos planos evangelísticos que temos sonhado realizar.
- Pelo programa anual da igreja onde estou trabalhando, assim como pelo programa de todas as igrejas da WEC e também pela WEC Japan.
- Pelos novos missionários que estamos recebendo, vindos da Coreia, Inglaterra e Hong Kong, para adaptação, sustento, habilidade para aprender a língua e tudo mais que necessitarem nesse campo.
- Em especial pela igreja na cidade de Tango Ken. Lá havia 18 membros batizados, porém cinco desses membros faleceram. Como a cidade é pequena, normalmente as pessoas se mudam constantemente em busca de melhores empregos e estudos, e isso levou 11 membros a pedirem transferência para outras igrejas em diferentes localidades. Agora a igreja tem apenas dois membros assíduos.
- Pelo pastor responsável da igreja em Tango e também pelos dois membros, para que sejam fortalecidos e animados no Senhor a perseverarem firmes, evangelizando, orando e aguardando o mover de Deus. Que os olhos dos mesmos estejam em Jesus, que é o Senhor da Obra.
- Para que o Senhor Deus mande mais trabalhadores para essa seara, levantando mais missionários, pastores e evangelistas nesse campo.
- Pela estrutura física e financeira das igrejas implantadas aqui para o estabelecimento dos projetos
- Por mim, pelo suprimento, ministério, aprendizado da língua, capacitação do Senhor para realizar tudo o que vier às minhas mãos para Ele, sensibilidade à voz de Deus e direção dele em todas as áreas; pelos meus mantenedores e intercessores, que o Senhor os abençoe em tudo, os recompensando com bênçãos sem medidas. Também pela salvação da minha família.
Muito obrigada por suas orações meu favor e a favor do povo japonês. Rogo para que os amados continuem apresentando essa amada nação diante do Senhor.
Um grande abraço saudoso!
Em Cristo Jesus,
Carla Barros.
:: Por Adaptação: Thalita Daher – thalitadaher@lagoinha.com
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Naamã 1 - (II Reis 5)
quarta-feira, 16 de março de 2011
quinta-feira, 19 de março de 2009
Charles Haddon Spurgeon
Charles Haddon Spurgeon, comumente referido como C. H. Spurgeon (19 de junho de 1834 — 31 de janeiro de 1892), foi um pregador batista britânico, nascido em Kelvedon, Essex.
Converteu-se ao cristianismo em janeiro de 1850, aos quinze anos de idade. Aos dezesseis, em 1851, pregou seu primeiro sermão; no ano seguinte tornou-se pastor de uma igreja batista em Waterbeach, Cambridgeshire. Em 1854 Spurgeon, então com vinte anos, foi chamado para ser pastor na capela de New Park Street, Londres, que mais tarde viria a chamar-se Tabernáculo Metropolitano, transferindo-se para novo prédio.
Desde o início do ministério, seu talento para a exposição dos textos bíblicos foi considerado extraordinário. E sua excelência na pregação nas santas escrituras bíblicas lhe deram o título de o Príncipe dos Pregadores.
Houve época em que o simples fato de optar pela religião evangélica equivalia a colocar a cabeça a prêmio. No século XV, Carlos V, o imperador espanhol, queimou milhares de evangélicos em praça pública. Seu filho, Filipe II, vangloriava-se de ter eliminado dos países baixos da Europa cerca de 18 mil "hereges protestantes". Para fugir da perseguição implacável, outros milhares de cristãos foram para a Inglaterra. Dentre eles, estava a família de Charles Haddon Spurgeon, o homem que se tornaria um dos maiores pregadores de todo o Reino Unido. Charles obteve tão bom resultado em seu ministério evangelístico que, além de influenciar gerações de pastores e missionários com seus sermões e livros, até hoje é chamado de Príncipe dos pregadores.
O maior dos pecadores - Spurgeon era filho e neto de pastores que haviam fugido da perseguição. No entanto, somente aos 15 anos, ocorreu seu verdadeiro encontro com Jesus. Segundo os livros que contam a história de sua vida, Spurgeon orou, durante seis meses, para que, "se houvesse um Deus", Este pudesse falar-lhe ao coração, uma vez que se sentia o maior dos pecadores. Spurgeon visitou diversas igrejas sem, contudo, tomar uma decisão por Cristo.
Certa noite, porém, uma tempestade de neve impediu que o pastor de uma igreja local pudesse assumir o púlpito. Um dos membros da congregação - um humilde sapateiro - tomou a palavra e pregou de maneira bem simples uma mensagem com base em Isaías 45.22a: Olhai para mim e sereis salvos, vós todos os termos da terra. Desprovido de qualquer experiência, o pregador repetiu o versículo várias vezes antes de direcionar o apelo final. Spurgeon não conteve as lágrimas, tamanho o impacto causado pela Palavra de Deus.
Início de uma nova caminhada - Após a conversão, Spurgeon começou a distribuir folhetos nas ruas e a ensinar a Bíblia na escola dominical para crianças em Newmarkete Cambridge. Embora fosse jovem, Spurgeon tinha rara habilidade no manejo da Palavra e demonstrava possuir algumas características fundamentais para um pregador do Evangelho. Suas pregações eram tão eletrizantes e intensas que, dois anos depois de seu primeiro sermão, Spurgeon, então aos 20 anos, foi convidado a assumir o púlpito da Igreja Batista de Park Street Chapel, em Londres, antes pastoreada pelo teólogo John Gill. O desafio, entretanto, era imenso. Afinal, que chance de sucesso teria um menino criado no campo (Anteriormente, Spurgeon pastoreava uma pequena igreja em Waterbeach, distante da capital inglesa), diante do púlpito de uma igreja enorme que agonizava?
Localizada em uma área metropolitana, Park Street Chapel havia sido uma das maiores igrejas da Inglaterra. No entanto, naquele momento, o edifício, com 1.200 lugares, contava com uma platéia de pouco mais de cem pessoas. A última metade do século XIX foi um período muito difícil para as igrejas inglesas. Londres fora industrializada rapidamente, e as pessoas trabalhavam durante muitas horas. Não havia tempo para as pessoas se dedicarem ao Senhor. No entanto, Spurgeon aceitou sem temor aquele desafio.
Tamanha audiência - O sermão inaugural de Spurgeon, naquela enorme igreja, ocorreu em 18 de dezembro de 1853. Havia ali um grupo de fiéis que nunca cessou de rogar a Deus por um glorioso avivamento. No início, eu pregava somente a um punhado de ouvintes. Contudo, não me esqueço da insistência das suas orações. As vezes, parecia que eles rogavam até verem a presença de Jesus ali para abençoá-los. Assim desceu a bênção, a casa começou a se encher de ouvintes e foram salvas dezenas de almas, lembrou Spurgeon alguns anos depois.
Nos anos que se seguiram, o templo, antes vazio, não suportava a audiência, que chegou a dez mil pessoas, somada a assistência de todos os cultos da semana. O número de pessoas era tão grande que as ruas próximas à igreja se tomaram intransitáveis. Logo, as instalações do templo ficaram inadequadas, e, por isso, foi construído o grande Tabernáculo Metropolitano, com capacidade para 12 mil ouvintes. Mesmo assim, de três em três meses, Spurgeon pedia às pessoas, que tivessem assistido aos cultos naquele período, que se ausentassem a fim de que outros pudessem estar no templo para conhecer a Palavra.
Muitas congregações, um seminário e um orfanato foram estabelecidos. Com o passar do tempo, Charles Spurgeon se tornou uma celebridade mundial. Recebia convites para pregar em outras cidades da Inglaterra, bem como em outros países como França, Escócia, Irlanda, País de Gales e Holanda. Spurgeon levava as Boas Novas não só para as reuniões ao ar livre, mas também aos maiores edifícios de 8 a 12 vezes por semana.
Segundo uma de suas biografias, o maior auditório em que pregou continha, exatamente, 23.654 pessoas: este imenso público lotou o Crystal Palace, de Londres, no dia 7 de outubro de 1857, para ouvi-lo pregar por mais de duas horas.
Sucesso - Mais de cem anos depois de sua morte, muitos teólogos ainda tentam descobrir como Spurgeon obtinha tamanho sucesso. Uns o atribuem às suas ilustrações notáveis, a habilidade que possuía para surpreender a platéia e à forma com que encarava o sofrimento das pessoas. Entretanto, para o famoso teólogo americano Ernest W. Toucinho, autor de uma biografia sobre Spurgeon, os fatores que atraíam as multidões eram estritamente espirituais: O poder do Espírito Santo, a pregação da doutrina sã, uma experiência de religioso de primeira-mão, paixão pelas almas, devoção para a Bíblia e oração a Cristo, muita oração. Além disso, vale lembrar que todas as biografias, mesmo as mais conservadoras, narram as curas milagrosas feitas por Jesus nos cultos dirigidos pelo pregador inglês.
As pessoas que ouviam Spurgeon, naquela época, faziam considerações sobre ele que deixariam qualquer evangélico orgulhoso. O jornal The Times publicou, certa ocasião, a respeito do pastor inglês: Ele pôs velha verdade em vestido novo. Já o Daily Telegraph declarou que os segredos de Spurgeon eram o zelo, a seriedade e a coragem. Para o Daily Chronicle, Charles Spurgeon era indiferente à popularidade; um gênio, por comandar com maestria, uma audiência. O Pictorial World registrou o amor de Spurgeon pelas pessoas.
Importância - O amor de Spurgeon tinha raízes. Casou-se em 20 de setembro de 1856 com Susannah Thompson e teve dois filhos, os gêmeos não-idênticos Thomas e Charles. Fazíamos cultos domésticos sempre; quer hospedados em um rancho nas serras, quer em um suntuoso quarto de hotel na cidade. E a bendita presença do Espírito Santo, que muitos crentes dizem ser impossível alcançar, era para nós a atmosfera natural. Vivíamos e respirávamos nEle, relatou, certa vez, Susannah.
A importância de Charles Haddon Spurgeon como pregador só encontra parâmetros em seus trabalhos impressos. Spurgeon escreveu 135 livros durante 27 anos (1865-1892) e editou uma revista mensal denominada A Espada e a Espátula. Seus vários comentários bíblicos ainda são muito lidos, dentre eles: O Tesouro de Davi (sobre o livro de Salmos), Manhã e Noite (devocional) e Mateus - O Evangelho do Reino. Até o último dia de pastorado, Spurgeon batizou 14.692 pessoas. Na ocasião em que ele morreu - 11 de fevereiro de 1892 -, seis mil pessoas leram diante de seu caixão o texto de Isaías 45.22a: Olhai para mim e sereis salvos, vós todos os termos da terra.
Fonte: Biblioteca Gospel Músicas - Free Books. Acesso em 19/03/2009
http://booksgospelmusicas.blogspot.com/2009/02/charles-haddon-spurgeon.html

